Curso de Escalada Esportiva

Fim de semana passado, na Serra do Cipó rolou a aula de encerramento do curso de escalada esportiva da turma de Janeiro, a turma que era grande, 8 pessoas, treinou muito na Rokaz e saiu para a rocha preparada.

A Serra do Cipó foi o cenário escolhido desta vez devido ao nivel da turma, que estava alto e poderia encarar as vias mais complicadas que o Cipó tem a oferecer para os debutantes.
A lista de vias foi a seguinte: Melzinho na Chupeta 5º, Mister X 6B, Ninhos 6B, Cactos Kid 6C e Dagem 4º. E o resultado foi ótimo, a galera guiou bastante, desmontou bastante, vacou bastante (o recorde ficou com a Gabi, 6 vacas em uma só via) fez muita seg, conheceu a maioria das vias do Cipó e se divertiu muito.

Ai vão algumas fotos do curso e em Fevereiro tem mais, para reservar uma vaga procure a recepção ou diretamente o instrutor Yan Ouriques que está sempre na Rokaz.

Cristiano na Melzinho:


A galera na base da Ninhos:


Daniel Fucci na Melzinho:


Han Wen travou uma dificil batalha com a costura:
 

 Guilherme na Mister X:





Tiago costurando na Mister X:
 

Humberto em pleno crux da Mister X:


Michele um pouco desconfiada do próximo movimento:



Mas deu tudo certo!


A galera atravessando a gruta em direção a um dos cumes do grupo 3 para curtir o final do dia:


Todo mundo no cume:

Ação nos Boulders

Para começar a dar aquela motivação para o fim de semana, já que parece que São Pedro vai dar uma trégua, temos duas boas indicações de pura ação em boulder.

Última viagem de Paul Robinson a Suiça, mandando vários clássicos:

VIDEO PROFILE: Paul Robinson bouldering in Switzerland from Black Diamond Equipment on Vimeo.


Bouldering em the Ozark Mountains, no Arkansas, Estados Unidos:

8 days in the AR from Jimmy Webb on Vimeo.

Fanatic Search 2 - A girl thing...

A maioria dos Rokazmaníacos conferiu o "The Fanatic Search" e curtiu muito, agora a sequência parece que vai agradar muita gente, o filme é dedicado as mulheres desde Brooke Rabotou de 9 aninhos e que tem no curriculo 9C e V10 até Lynn Hill com 50 anos que mudaram muito o mundo da escalada.

Trailer "The Fanatic Search 2 - A Girl Thing" from WORKLESSCLIMBMORE Climbing Video on Vimeo.

Escaladas em Bariloche

No verão, Bariloche, no sul da Argentina, é um paraíso para escalar e caminhar nas montanhas. A região é parecida com os Alpes, mas com uma grande diferença: os vales formados pelos antigos glaciares não são cobertos de cidades e campos cultivados como nos Alpes, mas por majestosos lagos de água clara.

Uma foto panorámica tirada de um mirante perto da cidade de Bariloche:



Para conhecer um pouco a região, fizemos um trekking de dois dias passando pelos refágios Jakob e Frey.



Por de sol, visto do bivaque que fizemos ao lado do refágio Jakob:



Do lado ao lago do mesmo nome, o refúgio Jakob abaixo e eu com uma cara de bravo...



Num camping perto de Bariloche, juntou-se uma turma boa de escaladores mineiros (ou quase mineiros...):
Tamara, Alexis, Fabiola, Lourenço, Fei e Diego. Faltou nessa foto o Plinio, o Cotonho e a Coralie que tirou a foto.



Daniel, nosso amigo boliviano, Fabiola e Diego, na frente de uma placa que gostariamos de ver mas frenquentemente no Brasil!



Diego escalando um 8a na Piedra del Bosque (foto de Marco Canelas ou "Cotonho"):



Os setores de Pared Blanca e Carmelita (foto: Cotonho):




Lourenço escalando em Pared Blanca (fotos: Diego):





 Depois de alguns dias escalando vias esportivas, convenci as "canelinhas" (os escaladores esportivos!) a subir a um outro paraiso da escalada : o Frey.
São 3 ou 4 horas de subida caminhando para chegar a um lindo refúgio de montanha localizado do lado de um lago azul e na base de umas cinquentas agulhas de granito perfeitas para a escalada tradicional.

A turma pronta para começar a subida (Fabiola e Cotonho chegaram alguns dias depois) e com o material nas mochilas para ficar alguns dias acampado ao lado do refúgio:






 Subimos bem rápido, em menos de 3 horas, os meninos estavam super orgulhosos de mostrar que as canelas são finas, mas de aço!! Fei no Frey!!



Vista do refúgio: as barracas onde acampamos, o lago, e logo atrás o paraiso da escalada tradicional!



 Na primeira via que escalamos no dia seguinte, a clássica via Sifuentes na agulha do Frey (a agulha mais perto do refúgio):



 O Lourenço tentando fazer uma cara boa depois de passar perrengue numa fenda de quinto grau (como quase todos os escaladores de oitavo grau no calcário que descobrem as fendas de granito!):



As agulhas do Frey:


 
A agulha do Frey e o helicóptero que estava trazendo comida para o refúgio:



Visto do topo da agulha do Frey, o refúgio, o lago para beber água e nadar no final do dia depois da escalada!



Fei escalando a via Sifuentes:



Eu na última enfiada da via Sifuentes:



Tamara e Fei nos últimos metros da via:





E a turma no cume!!




Daqui a pouco mandarei outras fotos das escaladas no Frey e da região de Chalten (pequena cidade na base dos míticos Fitz Roy e Cerro Torre a 1400km ao sul de Bariloche), onde estou agora esperando uma janela de bom tempo para começar a escalar!

Abraços a todos!
Alexis

Relato da Parceira do Bernardo Collares sobre o acidente no Fitz Roy

Todas já leram ou viram na Tv algo sobre o acidente que vitimou nosso querido montanhista Bernardo Collares,que estava juntamente com sua parceira Kika escalando uma das montanhas mais difíceis e imprevisíveis do mundo. Bernardo Collares é um dos maiores nomes da escalada brasileira e uma pessoa admirável, a escalada fica orfã de um paizão coruja.

Apos muitas versões do ocorrido finalmente temos o relato de Kika por email.

Por Kika Bradford

"Estou bem fisicamente. Durmo bastante, me alimento bem (ou o melhor que posso) e tenho me hidratado. Fiquei em El Chaltén por quase dez dias e agora estou no Rio, onde o carinho da família e dos amigos irão me ajudar nesse momento difícil.

Reprodução
Berna (o montanhista carioca Bernardo Collares, de 46 anos, cujo corpo jaz num platô de difícil acesso do Monte Fitz Roy, Patagônia Argentina) não era apenas meu parceiro de escalada, era o meu melhor amigo. Criamos uma parceria na montanha que transcendeu as paredes rochosas: trabalhávamos juntos pelo montanhismo, compartilhávamos ideias e ideais, viajávamos juntos, planejávamos aventuras... Nada nos prepara para uma situação e uma decisão assim (deixar um companheiro ferido no alto da montanha e descer para pedir socorro). Sim, era a única opção, mas isso está longe de ter sido fácil. Berna não podia se mover, a dor era muito grande. Antes de eu dizer qualquer coisa ele falou: ‘Kika, daqui eu só saio de helicóptero. Você precisa descer sozinha. Me deixa aqui e vai buscar ajuda’.

Na caminhada de aproximação ao Fitz Roy, conversamos sobre milhões de coisas. Mas, agora, lembro apenas de nós dois rindo de nós mesmos, de quando, três anos antes, íamos fazer a primeira escalada juntos na região e não conhecíamos o lugar. Rimos de nossa estratégia da época, hoje totalmente inadequada. Mas aí a subida começou e o papo ficou para trás, para economizarmos energia. Na escalada, as conversas eram mais voltadas à escalada em si - os movimentos, o avanço, as decisões, o caminho a ser tomado e, claro, a paisagem maravilhosa.

No primeiro dia, andamos nove horas até a base da via de escalada e escalamos até mais ou menos 9 da noite, quando chegamos num bom lugar para bivaque, ou seja, para dormir. No dia seguinte, levantamos às 5h45 e começamos a escalar mais ou menos às 7h20. Escalamos até as dez da noite (quando ainda tem luz lá), e chegamos a outro lugarbom para bivaque, bem protegido do vento.
No dia 3 começou a nevar um pouco à noite e acordamos sem poder ver nada por causa das nuvens. Berna me olhou e falou: ‘Só para garantir que pensamos a mesma coisa, nossa decisão é descer, não é?’. Eu disse que sim, é óbvio. A nossa melhor opção era chegar a uma outra via, ao lado, mas para isso precisávamos subir um pouco mais. Subimos para onde não se enxergava nada. Esperamos um pouco e, como o tempo não melhorava, decidimos descer pela própria via em que estávamos.
Eram 8h45.(O grampo que prende a corda de Bernardo à rocha se solta e ele despenca de uma altura de 15 metros. Na observação da amiga, ele fratura a bacia na queda e fica desacordado. Nos momentos de lucidez, se queixa de muita dor e pede para ela ir buscar ajuda.)

Na descida depois do acidente, não me permitia pensar em muitas coisas além dos procedimentos necessários para me manter segura. No momento em que desci não havia mais como voltar para onde estava Berna. Minha única opção era fazer isso o mais rápido possível, sem perder a calma, para buscar ajuda para ele. Descia pensando em acionar o resgate, mas não pensava muito emocionalmente, porque isso apenas deixaria a minha situação mais precária.

Quando parei eram 22h40 e as últimas luzes do dia já estavam indo embora. Parei nesse dia apenas porque não sabia mais por onde seguir. Eu só pensava em ir rápido para acionar o resgate. ‘Dormi’ na montanha, no mesmo lugar em que tínhamos ficado no primeiro dia de escalada. Não comi ou bebi praticamente nada durante dois dias.

No segundo dia de descida, 4 de janeiro, muitas vezes tive vontade de parar, pois não tinha mais forças. Contudo, me obrigava a continuar por saber que simplesmente não podia parar. Eu estava no meu limite físico, emocional e mental. Cheguei à base da via às 14h45 do dia 4 e continuei descendo até o glaciar. Na medida em que tinha certeza de que não precisaria mais dos equipamentos, ia largando eles pelo caminho para seguir mais leve e com mais segurança. No final, terminei com poucos equipamentos, basicamente o que me manteria viva se eu precisasse fazer outro bivaque, além de uns poucos mosquetões, uma camalot 0.75 (equipamento que ajuda o escalador a se fixar em fendas na rocha) que guardei por valor sentimental e algumas coisas do Berna que tinha levado comigo para o caso de precisar.

No glaciar, mais ou menos a quatro horas da base e ainda a cinco horas de El Chaltén, encontrei o Juan, meu namorado, que tinha ido me buscar. Foi nessa hora que me permiti chorar pela primeira vez. Não me considero uma pessoa muito religiosa, mas sei que forças maiores estavam comigo ali. Pedia a todos os deuses que conheço e aos que não conheço também, mais a todos os anjos da guarda, para me ajudarem. E sei que me ajudaram. E sei que Berna, uma pessoa de luz e que tinha um campo energético muito forte, também me ajudou.

Sou arqueóloga de formação, com mestrado em antropologia e foco em desenvolvimento de equipes em ambientes de atividades ao ar livre. Fui guia de montanha profissional e tive uma empresa de escalada. Comecei a escalar em 1998 e escalar é uma fonte de aprendizado na minha vida. Escalando aprendo quem sou, desenvolvo minhas habilidades e trabalho meus valores. Não penso em parar de escalar. Isso seria trair quem eu sou e ir de encontro àquilo que me unia a meu amigo Berna."

DEPOIMENTO POR E-MAIL A CHRISTIAN CARVALHO CRUZ
Fonte: Estadão .com.br 

Dicas da Fotografia de Escalada com Bruno Senna


A pedido da Rokaz vim compartilhar um pouco da minha experiência fotografando escalada nos últimos 5 anos. Todos queremos registrar momentos da nossa paixão por paredes, mas aviso aos navegantes, fotografar escalada não é nada fácil, é preciso disposição, paciência e carregar sempre alguns quilinhos a mais de equipamento nas costas.

AVOID THE BUTT SHOT
sim, evite a foto de bunda, apesar de ser a mais clássica, a mais clicada e a mais fácil de executar, a foto de baixo com o traseiro do escalador em foco não é nada agradável.
O primeiro fator a se considerar é o ângulo, decida de onde quer tirar a foto e essa decisão vai te dar uma direção na escolha de lentes, onde colocar o flash, onde se amarrar...mais importante que o equipamento usado é o ângulo escolhido. Fotos de cima, no geral, são sempre mais interessantes...

_mas que bela paisagem
gostamos de escalar, e também de viajar, cada lugar, cada pico, cada visual, então, não seja egoísta e guarde tudo na memória, inclua aquela paisagem linda na foto junto com o escalador...


_um belo UAU!
você pode não ter pânico de altura, mas seus amigos sim, é preciso de uma referência de altura nas fotos para que todos possam soltar aquele UAU quando olharem suas fotos. Incluir o segurança é uma boa solução...


_erre a mira
isso aqui é fotografia e não é tiro ao alvo, logo, desista de colocar o escalador no meio da foto, tente os cantos, as beiradas, as esquinas...


_Um pouquinho de drama
quem não gosta ver alguém sofrendo no crux? ou muito feliz com a chegada no cume? ou no perrengue da costura? não seja tímido, dispare sem pudor!


_dúvida cruel
qual lente usar? TODAS! as minhas preferidas para escalada são 16-35mm ƒ2.8, 70-200mm ƒ2.8 e 15mm fisheye ƒ2.8...


_silhouetas
sempre lindas, quando ver um belo por do sol ou nuvens muito nubladas, é só sub-expor a foto e clicar!


_atenção aos detalhes
isso não é uma dica de relacionamento, mas vale o conselho também, fotos de equipamentos, mãos, mochilas, grampos e detalhes que servem de referência ao lifestyle escalador...

_flashes
quem quiser entrar pro seleto grupo da fotografia avançada e usar flash, estude técnicas de flash fora da câmera, sim esqueça o flash da câmera, na maioria dos casos ele vai mais atrapalhar do que ajudar. O melhor horário é logo depois do por do sol.


_é o fim?
a escalada começa na hora de arrumar a mochila e termina quando se chega em casa, não perca os bons momentos de todo o processo...


_um pouco de rebeldia
lembre-se regras nos dão direções, mas não quer dizer que não podem ser quebradas. Domine-as e na hora certa, ignore-as...mas, acima de tudo, se divirta!

 Boas escaladas e belos cliques!

Confira o Blog e o Site do Bruno

Slackline a Febre

Até alguns anos atrás o slackline era entretenimento exclusivo do escaladores nos acampamentos e dias de descanso, quando a pele não aguentava mais ou a chuva não dava trégua. De uns anos para cá uma atividade tão divertida como o slackline é claro que não ia ficar reservada a um pequeno grupo, mas ninguém poderia imaginar a dimensão que a coisa toda tomou.

Hoje em dia são vários os fabricantes exclusivos de material para slackline e inúmeros sites dedicados a atividade, e no Brasil onde temos praticantes de auto nível, também não demorou para a mídia dar atenção a este movimento que se contagia mais e mais adptos a cada dia, a poucos anos atrâs nossa estrela da escalada que hoje já não está mais entre nós Roberta Nunes foi a primeira mulher no mundo a atravesar uma highline, o slackline montado a algumas dezenas de metros do chão e que tinha como seu maior divulgador o também escalador Dean Potter que tempos depois deu mais um upgrade no esporte aliando-o ao base jumping, e mais tarde ainda usando o base jumping em escaladas solo, mas isso é outra história... Com tudo isso pipocando por ai, a Globo acabou colocando o slackline na telinha e dai a febre começou de vez.

Este ano passando o reveilon em Caraíva no sul da Bahia, uma pequena vila que nem carro tem e que é invadida por jovens no verão me deparei com dois slack montados na beira da praia e dezenas de pessoas andando e experimentanto, e nem sinal de escaladores na área, assim como já faz parte da rotina dos cariocas assistir diariamente as fitinhas balançanco aos pés hábeis de algum anônimo nas slack "abandonadas" na praia de Ipanema.

E para quem não acredita que o negócio das slackline é sério, ai vai mais um dado: a loja da Rokaz este ano vendeu mais slacklines que cordas de escalada.

Agora para entender um pouco mais, alguns videos de slackline:

Video alucinante com as manobras mais incríveis possíveis no slackline, campeonato promovido pela Gibbon:



Uma nova modalidade? SwingLine: aqui uma grupo de escaladores se diverte de uma nova maneira em um lugar que a RokazTrip vai todo ano, o Verdon no sul da França. O objetivo é não chegar do outro lado...



O recorde mundial de distância, mais de 100 metros no highline:



Como montar a slackline do modelo mais popular atualmente (temos na loja Rokaz):

Entre para a equipe Rokaz!

Você, se divertir, fazer novos amigos, participar de eventos, aprender sobre escalada, ajudar a escaladar crescer em Minas, e ainda ganhar uma grana? Chegou a hora, entre para a Rokaz

Estamos com 4 vagas para monitor de escalada (manhã, tarde e noite), tanto para estágio para estudantes de ed. fisica como para escaladores com certa experiência e 2 vagas para consultora de vendas na recepção.

O processo de seleção encerra em 2 semanas, então mande já seu curriculo para yan@rokaz.com.br ou ligue 8472-0453.

Ganesh 10C

Ai vai um filme para você dar aquela desligada do trabalho e estudo e mergulhar durante alguns minutos no maravilhoso mundo da escalada.
O filme reconta a primeira ascensão de "Ganesh" [8b +] por Gerome Pouvreau para Badami (Índia). A galera da Rokaz conheceu o simpático Gerome na RokazTrip 2008 escalando em La turbie no sul da França, o cara e nota 10 e escalada demais...Já o filme tem uma trilha sonora e edição alucinantes, se desligue de tudo e aperte o play!

Entrevista de Gérôme:

"Badami é uma pequena cidade muito agradável na Índia que nos permite mergulhar no estilo de vida indiano ... Você se sente (finalmente) realmente na Índia!
Esta manhã foi dificil ... Na verdade, Eu mandei GANESH apesar de alguns pequenos problemas de saúde (A vida na India exige!): diarréias, infecções no pé, carrapatos nas costas!
Ganesh é um projeto equipado Alex Chabot há dois anos. É para mim uma das linhas mais bonitas que eu já tive a oportunidade de subir, uma verdadeira jóia no mundo ... "

Um filme de Nadiras Cellier Vladimir e Juliana / Flims Baraka (barakaflims.com)


Ganesh [8b+] par Gérôme Pouvreau from Petzl-sport on Vimeo.

Chis Sharma Anthology

Todo escalador sabe qual o nome da maior estrela da escalada esportiva, boulder e psicobloc mundial, Cris Sharma, e não é de hoje, o cara é o cara faz muito tempo...


A Prana que está junta com o Sharma faz 17 anos, resolveu fazer uma coletânea de fotos e videos que marcaram a carreira dele deste 1994, o melhor de cada ano, é só clicar no link e curtir:
  

"Escalada foi a janela por onde eu vi o mundo ao longo dos últimos 17 anos. As ricas experiências de viajar pelo mundo em busca de escaladas inpiradoras me ajudou a crescer como atleta e como pessoa. Sou muito grato as pessoas que abriram meus olhos para essa incrível atividade e também pela a sorte que eu tive ao longo do caminho. "

~Chris Sharma

 


Rokaz na Ragga!

O nosso fotográfo Bruno Senna emplacou várias fotos iradas na edição de janeiro da revista Ragga, dentre elas o Jean mandando o V13 "Amnésia". Uma outra foto do Bruno foi a da esquerda embaixo no Salar de Uyni na Bolivia.